O método Coaching é um processo, com início, meio e fim, onde o Coach (facilitador do processo de mudança) apóia o Cliente/coachee (agente de mudança) na identificação de metas de curto, médio e longo prazo, desenvolvimento de competências e recursos, estratégias, ação, aprendizagens e melhoria contínua. O Coaching é composto de 7 elementos, são eles:
1- Situação atual, onde está;
2- Situação desejada, aonde quer chegar, objetivos e metas, valores - o que esse objetivo traz;
3- Estratégia, como chegar lá, plano de ação, opções - escolhas, recursos - internos e externos - o que tem e o que necessita; crenças - convicções fortalecedoras ou limitadoras - impedimentos;
4- Ações e tarefas - 1o. passo e ações continuadas;
5- Resultado;
6- Aprendizagem;
7- Melhoria Contínua.
Esse método auxilia o indivíduo através do questionamento socrático (método de descoberta orientada), uma das técnicas utilizadas, a obter uma maior conscientização de si mesmo e de seu comportamento, facilitando o desligamento do piloto automático (conduzido pelos nossos pensamentos automáticos). Outras técnicas eficazes utilizadas são a de solução de problemas e desafio de crencas limitadoras, dentre outras.
Os benefícios obtidos compreendem: desenvolvimento da capacidade de: enfrentar desafios, resolver problemas e atitude mental positiva.
Através do Método Coaching, atletas, técnicos e praticantes de exercícios físicos (para adesão e manutenção da prática) podem melhorar sua performance consideravelmente, resgatando desse modo, sua autonomia pessoal e profissional.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
O Investimento das Empresas na Qualidade de Vida do Trabalhador!
Muitas empresas estão cada vez mais, investindo em programas de saúde, visando profissionais mais saudáveis. O retorno obtido desse tipo de investimento é imenso, pois repercute consideravelmente na qualidade de vida do trabalhador. Esse tema não é de hoje que é investigado, já que tanto a prevenção quanto a manutenção de um estilo de vida saudável, pode acarretar numa melhora na satisfação no ambiente de trabalho e também na socialização, já que promove interação e estímulo entre os funcionários à prática de exercícios físicos de forma conjunta e a mudança no padrão alimentar. Além do que, essa preocupação com a saúde global do indivíduo, faz com que ele se sinta importante, valorizado pela empresa, tendo conseqüências na sua motivação e auto-estima, somando-se a isso, os benefícios psicológicos que ele obtém através da prática regular de exercícios. O SESI/SC, em 1999, desenvolveu em parceria (apoio técnico) com o NUPAF/UFSC, o primeiro diagnóstico estadual sobre o Estilo de Vida e Hábitos de Lazer do Trabalhador da Indústria, com uma amostra representativa de todas as regiões de Santa Catarina. Foi detectado que 60% dos trabalhadores da indústria catarinense não realizavam qualquer atividade física no seu tempo livre. Através desse levantamento, surgiram várias demandas nas áreas de promoção de saúde e lazer que serviram como parâmetro de comparação em intervenções do SESI e das próprias indústrias, e a iniciativa mais marcante foi o programa Lazer Ativo.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Treinamento Psicológico e sua influência nos Estados de Humor e Desempenho Técnico de Atletas de Basquetebol
Autora: SÍLVIA REGINA DESCHAMPS
Orientador: PROF. DR. DANTE DE ROSE JÚNIOR
Este estudo teve como objetivos identificar os tipos psicológicos mais recorrentes no grupo de atletas analisados e verificar a influência do treinamento psicológico nos estados de humor e desempenho técnico. A amostra foi composta por 17 atletas de basquetebol de alto rendimento, componentes de duas equipes que disputaram os Jogos Regionais de São Paulo, em 2007. Cada equipe realizou seis jogos no referido campeonato.As equipes foram divididas em grupo experimental (equipe A – com treinamento psicológico – n=9) e grupo controle (equipe B – sem treinamento psicológico – n=8). Ambas as equipes responderam aos seguintes instrumentos: QUATI (para identificação dos tipos psicológicos), aplicado uma única vez um mês antes da competição e BRAMS (versão brasileira do POMS), que foi aplicado em quatro momentos diferentes (um mês e uma semana antes da competição, e 1º. e 3º. jogos). A essas equipes também foi aplicado o Índice de Eficiência Técnica (adotado pela Confederação Brasileira de Basketball) nos jogos da referida competição. Para o tratamento dos dados foram utilizadas ANOVA e Coeficiente de Correlação de Postos de Spearman.A equipe A foi submetida ao treinamento psicológico baseado no programa desenvolvido por SUINN (1988). Os resultados apontaram que houve uma predominância do tipo psicológico voltado ao “pensamento” na equipe A, enquanto que na equipe B os tipos predominantes foram “sensação” e “intuição”. Houve um equilíbrio entre as atitudes de “introversão” e “extroversão” nas duas equipes. Em relação aos estados de humor, a equipe A apresentou os estados negativos (tensão, depressão, raiva, fadiga e confusão) abaixo do percentil 50 nos momentos 3 e 4 e acima desse percentil nos momentos 1 e 2. Já o estado de humor positivo (vigor) esteve acima do percentil 50 durante todo o período competitivo. Na equipe B, os estados de humor negativos estiveram acima do percentil 50 durante toda a competição, exceto a “tensão” nos momentos 2, 3 e 4. O estado de humor positivo (vigor) obteve os mesmos índices apresentados pela equipe A. Ao correlacionar-se os estados de humor com os índices de eficiência técnica não foram observados resultados significantes para a equipe A, enquanto que a equipe B apresentou uma forte correlação negativa entre o estado de humor “confusão” e o índice de eficiência do terceiro jogo (-0,90). Apesar da curta duração do trabalho realizado pode-se considerar que o treinamento psicológico teve sua contribuição na melhora dos níveis de estados de humor dos atletas e não houve correlação significante entre os estados de humor e o índice de eficiência técnica para a equipe A.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Perfil de Personalidade e Obesidade!
Muitos estudos populacionais não confirmam a hipótese de que existiria uma personalidade típica do obeso. Obesos na população geral não apresentam mais transtornos psicológicos dos que os não obesos. Adolescentes e adultos obesos são discriminados em sua vida acadêmica e profissional e esse empobrecimento social, cultural, econômico e afetivo parecem estar diretamente relacionados à gravidade da obesidade, isto é, quanto maior o IMC, mais problemas psicológicos, e principalmente, padrões alimentares compulsivos. Esse desamparo alimenta um risco maior de desencadeamento de quadros psiquiátricos, como: depressão, transtornos ansiosos, abuso de álcool, drogas e transtornos alimentares. Alguns estudos apontam que há uma relação linear entre o Índice de Massa Corpórea (IMC) e a maior freqüência de comportamento compulsivo alimentar ou episódio bulímico. A percepção negativa que têm de seu corpo soma-se a outras percepções negativas que os pacientes psiquiátricos têm de seu desempenho, dificultando a busca de interação social, e conseqüentemente, aumentando a tendência ao isolamento (CORDÁS e ASCECIO, 2006).
Em virtude desses dados, comentados acima, torna-se fundamental aliar os benefícios da atividade física com o tratamento psicológico, obtendo desta forma, melhora na qualidade de vida e no aspecto psicossocial, interferindo no estado de ansiedade e depressão, elevando a autoconfiança e, favorecendo assim, a sua reintegração social e profissional, além de motivar a mudança dos hábitos de vida e um melhor controle dos fatores de risco.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Aspectos Psicológicos e suas influências em atletas de Voleibol Masculino de Alto Rendimento!
Autora: SÍLVIA REGINA DESCHAMPS
Orientador: Prof. Dr. DANTE DE ROSE JÚNIOR
A preparação psicológica torna-se fundamental para um ótimo desempenho, à medida que ela é considerada como um dos fatores envolvidos no seu desenvolvimento. Ela vai contribuir para a obtenção, por parte do atleta, de recursos os quais possa utilizar visando minimizar os efeitos negativos dos aspectos psicológicos no seu comportamento, e consequentemente, no seu rendimento. Em eventos competitivos observa-se frequentente o descontrole emocional e mental de alguns atletas, que apresentam comportamentos de desrespeito à arbitragem, aos companheiros de equipe e ao técnico, assim como o reflexo deste tipo de comportamento na sua motivação, concentração e autoconfiança. Este estudo teve como objetivo identificar aspectos psicológicos que influenciam diretamente o comportamento de atletas de alto rendimento, e foi realizado com 6 atletas de voleibol masculino adulto que disputaram o Campeonato Paulista de Voleibol, no ano de 2001. A análise desta pesquisa foi de cunho qualitativo, utilizando-se os métodos da entrevista semi-estruturada (questões sobre pensamentos, sentimentos e atitudes em relação a si mesmo e ao ambiente esportivo; e questões sobre algumas variáveis dos aspectos psicológicos da personalidade, motivação, emoção, auto-estima e stress) e observação direta para verificar o comportamento dos atletas durante a competição (levantamento de palavras e frases audíveis e gestos e movimentos). As principais conclusões obtidas foram: - a importância do atleta estar ciente dos pensamentos, sentimentos e atitudes em relação a si mesmo e ao ambiente que o cerca, para qualquer mudança necessária em si mesmo e nas suas relações; - como os aspectos psicológicos estudados influenciaram no comportamento, o atleta buscar um equilíbrio certo e próprio nestes, contribuindo assim de forma mais positiva no seu modo de agir refletindo no seu desempenho; - ter concentração no momento do jogo, estar atento ao que está acontecendo para poder mudar o que for preciso, tomando a atitude adequada.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Benefícios da Atividade Física no processo de envelhecimento!
A perda da força muscular, da mobilidade e da resistência orgânica atribuída ao envelhecimento é, em grande parte, decorrente da pouca atividade física habitual. O processo de envelhecimento pode ser acelerado ou desacelerado por fatores ambientais e comportamentais. A diminuição da capacidade funcional pode ser atribuída a 3 fatores:
- Envelhecimento natural, doenças e o fenômeno do desuso (inatividade).
A manutenção de atividades físicas e mentais, retardam os efeitos deletérios do envelhecimento, preservando a autonomia do idoso.
Claro que o histórico do indivíduo relacionado à prática regular de exercícios é um fator contribuinte para que ele estenda sua prática e a mantenha na terceira idade. Porém, nada impede que ele, com apoio social dos amigos e da família, inicie mais tarde e usufrua dos benefícios propiciados por esse hábito saudável!
terça-feira, 5 de julho de 2011
Típico acontecimento do Esporte!
A equipe está pronta!! Para que?? Para a competição, ora essa..Pois muito bem, a escalação está bem montada, elenco de primeira, tecnicamente perfeito, o esquema tático, brilhante! Não adianta nada disso, se na hora "H", no momento do jogo, os atletas não funcionam...falta entrosamento, coesão e comunicação na equipe; algumas vezes está presente a ansiedade da estréia; falta também criatividade, ousadia e até mesmo alegria; é gerada muita expectativa em relação a alguns jogadores, "estrelas"; não houve tempo suficiente para uma equipe se tornar um verdadeiro time! Pode haver também a situação do individual superar o coletivo, e esta me faz lembrar de uma frase genial do talentoso Michael Jordan: "O talento ganha jogos, mas trabalho em equipe e inteligência vencem campeonatos!" E vamos combinar, que mesmo reunindo todos esses elementos, um time pode ser superado, ou seja, vencido! O inesperado, o improvável pode se tornar real, e o favorito sair cabisbaixo, com sensação de fracasso, ocorrência muito comum no esporte. O mais importante é saber reconhecer os erros, aprender com eles, para assim não correr o risco de repetí-los, e assumir a insatisfação sim, pois ela denota o quanto poderia ter sido melhor e o quanto ainda há de se aperfeiçoar!
Assinar:
Postagens (Atom)