domingo, 15 de dezembro de 2013
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
FIM DO ANO DE 2013...E FELIZ e BEMVINDO 2014!
Mais um ano
chegando ao fim, tempo propício para refletirmos, revermos nossas atitudes,
pensamentos e sentimentos. Como foi o ano, conquistas, aprendizados, erros,
acertos, alegrias, tristezas, o que queremos manter de bom em nós, o que
deixaremos para trás, o que precisamos desenvolver mais e melhor, no ano
vindouro! É sempre bom lembrarmos que somos co-criadores do Universo, o que
alimentamos interiormente (qualidade dos nossos pensamentos, sentimentos e
ações), será vivenciado na nossa experiência diária, e também, refletiremos
para as pessoas do nosso convívio essa energia.
Para
continuarmos crescendo como seres humanos, necessitamos a cada dia, nos
disponibilizarmos para mais lições, mais
experiências, buscar novos caminhos, olhando e aceitando o nosso lado
sombra(defeitos) e o nosso lado luz
(qualidades). Vamos começar um bom ano novo, nos liberando cada vez mais: do
orgulho, da vaidade, da ignorância, da descrença;...e reforçar: a humildade, a
sabedoria, o autoconhecimento, a fé, o amor, a alegria, a espiritualidade!
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
O Código do Talento e seus Três Elementos!
Algumas
descobertas científicas, constataram que o código do talento está relacionado a
um isolante neural, denominado mielina. “Toda habilidade humana é criada por
cadeias de fibras nervosas que transmitem um minúsculo impulso elétrico”(COYLE,
2010, pág. 15). A mielina reveste as fibras nervosas, tornando o sinal mais
forte, mais rápido e preciso, impedindo que os impulsos elétricos extravasem. Sua
importância se dá, pelos seguintes fatores:
-
É
universal, todos podem desenvolvê-la;
-
De
forma mais rápida na infância, mas pode ser ao longo da vida também;
-
Seu
crescimento viabiliza todo tipo de habilidade, física ou mental;
-
É
imperceptível, não é possível vê-la ou sentí-la.
Esse código do talento
possui três elementos fundamentais:
- Treinamento profundo: o esforço realizado na direção de certo objetivo, no limite da sua habilidade e que cometa erros, torna-o mais inteligente. Desacelerar – Cometer Erros – Corrigir. A prática é mais importante que o talento e toma os erros (que tentamos evitar) e os transforma em habilidade;
- Ignição: motivação, energia, paixão e compromisso. A ignição e o treinamento profundo associam-se para produzir a habilidade. A ignição dá energia e o treinamento profundo traduz essa energia, ao longo do tempo, num progresso gradual, ou seja, em camadas de mielina. “…a ignição é um processo que envolve o conjunto de sinais e as forças sub-conscientes que criam nossa identidade, os momentos que nos levam a dizer: “é isso o que quero ser” (COYLE, 2010, pág. 121);
- Orientação de um grande treinador: apresentando as seguintes características:
-
Temperamento mais contido, reservado;
-
Mais velhos, davam
aulas há trinta ou quarenta anos;
-
Olhar firme, profundo, imperturbável;
-
Ouviam muito mais do
que falavam;
- Passava a maior parte
do tempo realizando pequenos ajustes, objetivos e muito específicos;
-
Muito perceptivos em
relação a quem estavam ensinando, adaptavam as mensagens à personalidade do
aluno;
-
São realistas e disciplinados;
- Tem muito conhecimento
que aplicam ao trabalho constante e progressivo de formação dos circuitos de
uma habilidade.
As
fábricas de talento utilizavam uma linguagem que afirmava o valor do esforço e
do progresso lento, ao invés de prezar o
talento inato ou a inteligência. A linguagem que valoriza o esforço surte
efeito porque fala direto ao cerne da experiência de aprendizagem, e no caso de
ignição, não há nada mais poderoso.
O esporte no Brasil hoje,
considerando desde a formação de atletas, das categorias de base até o
profissional, seja em qual modalidade for, estariam munidas de profissionais
competentes e mais do que isso que apliquem esse tipo de conhecimento? As
modalidades esportivas, individuais ou coletivas, apresentam equipes multi e
interdisciplinares, que trabalhem unindo forças, conhecimento, habilidade e
atitude no sentido de desenvolver esses elementos, que parecem ser essenciais,
do código do talento? Não vamos ignorar que alguns atletas e/ou equipes
beneficiam-se de um trabalho neste sentido, porém ainda, infelizmente, estes são exceção e não a regra.
No entanto, parece-me que
para um país que almeja ser uma potência olímpica e que será sede das próximas
Olimpíadas, objetivando estar entre os 10 mais do mundo, estamos muito aquém,
no que diz respeito, a desenvolver talentos e aprimorá-los de forma contínua! Potenciais
humanos têm de sobra para selecionar e desenvolver, precisamos nos estruturar
melhor, em vários aspectos, como: político, financeiro, pessoal e
organizacional (clubes e entidades esportivas). Alguns atletas e ex-atletas
brasileiros já vêm se mobilizando no sentido de melhorar as condições de
trabalho e estrutura no esporte, com dois movimentos intitulados: Atletas pelo Brasil e Bom Senso F.C, gerando ganhos
significativos para todos os profissionais envolvidos no meio. Que continuemos
nesse caminho!
Fonte: COYLE, D. O código do talento. Rio de Janeiro:
Agir, 2010.
domingo, 3 de novembro de 2013
PÓS PSICOLOGIA DO ESPORTE: UM DIFERENCIAL NA CARREIRA E PERFORMANCE!
Atletas e equipes esportivas contam com um bom preparo
físico, técnico e tático, mas muitas vezes, não possuem o preparo psicológico
adequado para lidar com a pressão, reduzir a
ansiedade, manter-se concentrados em momentos decisivos e ter uma comunicação
efetiva , afetando assim, negativamente o desempenho e as possibilidades de
êxitos.
Essa é uma realidade que vimos em vários eventos
esportivos, como: Copas do Mundo e Olimpíadas. São vários anos de treinos exaustivos,
dedicação e abdicação, desperdiçados por falta de preparação psicológica
adequada. Apesar de consciência da importância do aspecto emocional para o
desempenho, faltam profissionais preparados para lidar com estas questões.
Vários temas
como: falta de motivação, personalidade, agressividade e violência, liderança,
dinâmica de grupo, descontrole emocional, trabalho em equipe,
comportamento antidesportivo,
bem-estar psicológico, pensamentos e sentimentos de atletas e vários outros
aspectos da prática esportiva e da atividade física foram sendo incorporados à
lista de preocupações e necessidades do
meio esportivo. Na atualidade, diante do equilíbrio técnico alcançado por
atletas e equipes de alto rendimento, os aspectos emocionais têm sido
considerados como grande diferencial nos momentos de grandes decisões e as consequências
do despreparo são frequentemente lamentadas.
A boa notícia é que existe um caminho para suprir essa
falta no meio esportivo, propiciando uma importante vantagem para os técnicos,
equipes e atletas que utilizam ferramentas e técnicas, voltadas ao treinamento
da concentração, motivação, controle emocional, e especialmente de
entrosamento. Propiciando melhoria de
performance e resultados que tem como o objetivo ensinar o atleta a lidar com suas emoções e melhorar seu rendimento,
seu comportamento e consequentemente seus resultados.
“A psicologia do esporte
é a ciência do esporte que procura entender e ajudar as pessoas a alcançarem um
desempenho máximo, satisfação pessoal e desenvolvimento por meio da participação
esportiva.” ( Weinberg e Gold, 2001)
Antenada nas necessidades do mercado esportivo, A FMU
lança a Pós -Graduação em Psicologia do Esporte. O objetivo do curso é
propiciar conhecimentos e práticas, acerca da interação mente-corpo e do
comportamento no ambiente esportivo, e como esses fatores podem afetar a performance de atletas e equipes. O
curso é oferecido por profissionais que trabalham com a psicologia do esporte
há anos, alguns deles, fazem parte de seleções
brasileiras do Comitê Paraolímpico, Comitê Olímpico e também de grandes times
do futebol brasileiro, que possuem um diferencial prático além de formação
acadêmica de qualidade.
Aproveite o
contexto esportivo brasileiro com a realização da Copa do Mundo (2014) e dos
Jogos Olímpicos (2016) e aprimore seus conhecimentos e habilidades em
Psicologia Esportiva.
Essa oportunidade irá fazer a diferença na carreira de
muitos profissionais, e consequentemente, na vida
de muitos de nossos alunos e atletas.
Escrito
por Dalila Ayala Psicóloga, Coach e Professora de Educação Física de três
ciclos paraolímpicos (Atenas- 2004, Pequim – 2008 e Londres -2012)
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Dados recentes sobre a Obesidade no Brasil!
Dados inéditos do Ministério da Saúde revelaram que, pela primeira vez, o
percentual de pessoas com excesso de peso supera mais da metade da população
brasileira. A pesquisa Vigitel 2012 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção
para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) mostra que 51% da população
(acima de 18 anos) está acima do peso ideal. Em 2006, o índice era de 43%. Entre
os homens, o excesso de peso atinge 54% e entre as mulheres, 48%. O estudo
também revelou que a obesidade cresceu no país, atingindo o percentual de 17%
da população. Em 2006, quando os dados começaram a ser coletados pelo
Ministério, o índice era de 11%. Foram entrevistados 45,4 mil pessoas em todas
as capitais e no Distrito Federal, entre julho de 2012 a fevereiro de 2013.
Apesar de a obesidade estar relacionada a fatores genéticos, existe uma
influência significativa do sedentarismo e de padrões alimentares inadequados
no aumento dos índices brasileiros: somente 22,7% da população ingerem a porção
diária recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de cinco ou mais
porções ao dia; há consumo excessivo de gordura saturada: 31,5% da população
não dispensam a carne gordurosa e mais da metade (53,8%) consome leite integral
regularmente; os refrigerantes também têm consumidores fieis - 26% dos
brasileiros tomam esse tipo de bebida ao menos cinco vezes por semana.
Se na faixa etária entre 18 e 24 anos, 28% da população está acima do
peso ideal, a proporção quase dobra na faixa etária dos 35 anos aos 44 anos,
atingindo 55%. O percentual de obesidade acompanha este crescimento e
mais que dobra se comparados os dois períodos: 7% para 19%, respectivamente.
Com o passar dos anos, os brasileiros também tendem a diminuir a prática da
atividade física: 47% dos jovens com idade entre 18 a 24 anos se exercitam
regularmente. E entre 35 a 44 anos, o índice cai para 31%.
A pesquisa revela também que 45% da população com mais de 12 anos de
estudo praticam algum tipo de atividade física (no horário livre de lazer). O
percentual diminui para menos de um quarto da população (21%) para quem estudou
até oito anos. Os homens (41%) são mais ativos que as mulheres (26%). A
frequência de exercícios físicos no horário de lazer entre mulheres com mais de
12 anos de estudo (37%) é o único indicador da população feminina que figura
acima da média nacional (33%).
As pesquisas no Brasil já
conseguem determinar a prevalência de sobrepeso e obesidade em diversas
regiões, corroborando a existência de uma epidemia de sobrepeso/obesidade que
tem contribuído para o adoecimento do indivíduo, assim como, para a diminuição
da autonomia e capacidade funcional para realizar suas atividades pessoais e
profissionais.
A elevação significativa de indivíduos com sobrepeso e obesidade nas
diversas regiões estudadas ocorre devido a inúmeros fatores, principalmente,
devido à urbanização e seu impacto sobre os padrões de atividade física e
características da alimentação. A urbanização induziu uma mudança nos padrões
de vida e comportamento alimentar das populações.
O que fazer diante destes resultados? De que forma os profissionais das
áreas da saúde e humanas podem contribuir para a mudança destes números? Pelo
que é possível observar, as informações que já estão a tempo sendo divulgadas
pelos meios de comunicação e pela comunidade científica, sobre a importância do
estilo de vida para uma boa qualidade de vida e saúde, não estão sendo
suficientes para provocarem as atitudes necessárias, por exemplo, de incluir
exercícios físicos e alimentação saudável na rotina diária da população.
Diversas opções de modalidades de exercícios nós temos, acesso à alimentação
mais benéfica também possuímos, seria a falta de tempo o nosso maior inimigo?
Ou nos falta melhor organização e planejamento na utilização do nosso tempo?
Boas questões para refletirmos e ajudar-nos a repensar sobre o que é melhor
para nossa saúde, e além disso, buscar colocar em prática hábitos de vida mais
saudáveis!
Fonte: Portal da
Saúde/Ministério da Saúde (www.portalsaude.gov.br)
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
CAMPEONATO BRASILEIRO E ABERTO INTERNACIONAL DE TIRO PARADESPORTIVO-Rio de Janeiro/RJ
De 1º.
A 6 de outubro, estivemos no Rio de Janeiro para o Campeonato Brasileiro e
Aberto Internacional de Tiro Esportivo. O Brasil foi campeão geral, os
brasileiros terminaram na liderança com: seis ouros, nove pratas e quatro
bronzes; em segundo lugar ficou o Canadá (quatro ouros, uma prata e dois
bronzes), e em terceiro os Estados Unidos com um ouro e dois bronzes. Os
principais resultados obtidos pelos atletas da equipe brasileira, nesta
competição, foram muito bons, são eles:
Beatriz
Cunha – medalha de prata na pistola 10m;
Débora
Campos – medalha de ouro na pistola 10 e prata na pistola livre 50m;
CarlosGarletti
– medalha de ouro na carabina 3 posições e prata na carabina deitada 50m;
Geraldo
Von Rosenthal – medalha de ouro na pistola esporte 25m, prata na pistola de ar
10m e bronze na pistola livre 50m;
Geremias
Soares – medalha de ouro na carabina de ar 10m e bronze na carabina 3 posições;
Ricardo
Costa – medalha de ouro na pistola de ar 10m;
Rodrigo
Vianna – medalha de ouro na carabina de ar 10m e prata na carabina deitado 25 e
50m;
Benedito
Santana – medalha de prata na carabina de ar 10m;
Sérgio
Vida – ficou em 4º. lugar na pistola esporte 25m;
Watachos
Arrivabene– ficou em 4º. lugar na pistola de ar 10m.
Em conjunto com a Coordenação e a Comissão
Técnica do Tiro Esportivo Paralimpico, continuaremos firme no trabalho de
aperfeiçoamento de estratégias de avaliação e treinamento, na busca constante
de melhoria de performance, visando, especialmente, a preparação para o Mundial
a ser realizado na Alemanha em 2014!
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Estrutura Mental diferenciada de Atletas de Elite!
Foram encontradas algumas características psicológicas individuais relacionadas aos atletas de alto nível, são elas:
- Autoconfiança: possuir uma crença firme na sua capacidade de atingir suas metas no esporte; ter qualidades singulares que o fazem ser melhor que os seus adversários;
- Motivação: apresentar um desejo ávido e motivação intrínseca para o êxito; competência para se recuperar das derrotas e de um desempenho inferior, visando sempre à melhoria contínua;
- Foco: manter-se totalmente concentrado na tarefa, mesmo diante de distrações dos oponentes; ser capaz de mudar o foco sempre que for preciso; não se abater pelo desempenho dos adversários ou pelas próprias distrações internas (preocupações, padrão mental negativo).
Desenvolver e/ou potencializar todos os recursos psicológicos do atleta são fundamentais para que o mesmo consiga experimentar o autodomínio, e consequentemente, uma melhora substancial: no seu autocontrole, na autoconfiança e na concentração; tendo inevitavelmente, uma repercussão positiva na sua performance!
Fonte: (Jones et. al, 2002).
Assinar:
Postagens (Atom)
