terça-feira, 27 de maio de 2014
sábado, 24 de maio de 2014
domingo, 18 de maio de 2014
segunda-feira, 12 de maio de 2014
International Shooting Competitions of Hannover/GER – 2014
No período de 28 de abril a 05 de maio, estive
acompanhando a Seleção Brasileira de Tiro Esportivo Paralímpico, em mais uma
missão internacional. No Aberto Internacional de Hannover, a equipe conseguiu
atingir os objetivos propostos, sedimentando um caminho favorável às metas
almejadas para o Mundial de Suhl/Alemanha,
que ocorrerá em julho deste ano. Durante a competição procuro acompanhar os
atletas em suas provas, sempre estimulando a autoanálise, no seguinte sentido:
como foi, o que aprendeu e o que pode melhorar. A evolução contínua só é
possível através deste processo, e inclusive, sugiro fazerem em todas as
competências: técnica, tática, física e psicológica. As trocas de informações e
observações com os técnicos considero importante também.
Os melhores resultados obtidos e
seus respectivos índices foram:
- Alexandre Galgani: Prova R4 – 621,4 pontos
– 17ª. Colocação – Índice MQS e Mundo;
- Beatriz Cunha: 334 pontos – 9ª. Colocação
– Índice Mundo;
- Geraldo Von Rosenthal: Prova P3 – 556
pontos – 6ª. Colocação – Índice MQS e Mundo;
- Geremias Soares: Prova R1 – 591,7 pontos –
24ª. Colocação – Índice Mundo e Prova R3 – 621 pontos – 49ª. Colocação – Índice
Mundo;
- Hélcio Perillo: Prova R7 – 1104 pontos –
Índice Mundo, Prova R1 – 604,8 pontos – 16ª. Colocação – Índice MQS e Mundo,
Prova R3 – 622 pontos – 48ª. Colocação – Índice Mundo;
- Karoline Podlasinski: Prova R4 – 615,9
pontos – 22ª. Colocação – Índice Mundo;
- Ricardo da Costa: Prova P1 – 5ª. Colocação
– 553 pontos – Índice MQS e Mundo;
-
Sérgio Vida: Prova P3 – 540 pontos – 15ª. Colocação – Índice MQS e Mundo.
Minha pretensão ao dar continuidade no treinamento
psicológico, é enfatizar o aprimoramento das habilidades psicológicas que são
mais determinantes nesta modalidade, sendo elas: concentração, autocontrole
mental e emocional, autoconfiança e motivação.
quarta-feira, 23 de abril de 2014
O Sono e o Exercício Físico!
O percentual, de
problemas relacionado ao sono, na população adulta, no mundo, vem aumentando consideravelmente.
As conseqüências deste, refletem numa pior qualidade de vida, aumento do risco
de acidentes e menor produtividade no trabalho. A eficácia do exercício físico
sobre o sono já foi aceita pela Associação Americana de Distúrbios do Sono, como
intervenção não medicamentosa para sua melhoria, no entanto, poucos
profissionais da saúde prescrevem e indicam o exercício com esse intuito.
Segundo O’Connor e
Youngstedt (1995), o sono de pessoas ativas é melhor que o de pessoas inativas, com
a hipótese de que um sono melhorado proporciona menos cansaço durante o dia
seguinte e mais disposição para a prática de atividade física. Vuori, Urponen,
Hasan e Partinen (1988) afirmam que o exercício físico melhora o sono da
população em geral, principalmente de indivíduos sedentários.
O padrão do sono de ondas
lentas (SOL) ou sono profundo pode
sofrer alterações de acordo com a intensidade e duração do exercício e
temperatura corporal (Horne & More, 1985). Para Montgomery, Trinder e
Paxton (1982), ocorre um aumento deste episódio de sono, nos experimentos
realizados por estes autores, nos quais utilizaram variações do tipo de
exercício físico, no que diz respeito à intensidade, duração e horário de
prática. Desta forma, acredita-se que este padrão de sono, em especial, o
estágio 4, é muito importante para a reparação fisiológica e de energia. A
alteração positiva neste estágio, se dá pelo aumento do gasto energético
causado pelo exercício durante a vigília, levando a um sono mais profundo e
restaurador fisicamente.
O exercício físico
sistemático e bem dosado promove uma melhora na qualidade do sono. O individuo
que o inclui na sua rotina diária usufrui os benefícios obtidos desta prática,
como uma boa qualidade de vida e bem-estar físico e psicológico.
Fonte:
Buckworth J, Dishman RK. Exercise psychology.
Champaign: Human Kinetics,
2002.
American
Sleep Disorders Association. The international classification of sleep
disorders
(diagnostic and coding manual). Kansas: DCSC, 1991.
Driver HS, Taylor
S. Exercise and sleep. Sleep Med Rev 2000;4:387-402.
O’Connor PJ,
Youngstedt SD. Influence of exercise on human sleep. Exerc Sport
Sci Rev
1995;23:105-34.
Vuori I, Urponen
H, Hasan J, Partinen M. Epidemiology of exercise effects on
sleep. Acta
Physiol Scand 1988;574:3-7.
Horne JA, Moore
VJ. Sleep EEG effects of exercise with and without additional
body cooling.
Eletroencephalogr Clin Neurophysiol 1985;60:33-8.
Montgomery I,
Trinder J, Paxton SJ. Energy expenditure and total sleep time:
effect of
physical exercise. Sleep 1982;5:159-68.
Baekeland F,
Lasky R. Exercise and sleep patterns in college athletes. Percept
Mot Skills
1966;23:1203-7.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Para Que Realizar o Treinamento Psicológico?
“A preparação psicológica
de uma equipe esportiva é parte do processo e deve ser incluída no
planejamento, assim como se incluem treinos de arremessos, chutes ou toques.
Não deve ser considerada como algo a ser utilizado apenas emergencialmente”
(BIZZOCCHI, 2006, p. 108).
Essa importante
afirmativa aponta para a necessidade de se considerar o treinamento psicológico
como algo essencial para a manutenção do atleta em um nível adequado de
excelência esportiva, principalmente pelo fato de que, estando em alto nível,
as pressões serão constantes e a necessidade de se obter bons resultados (de
preferência a vitória) será sempre encarada como o principal objetivo do atleta
ou da equipe.
Segundo NITSCH[1](1985,
citado por BECKER JÚNIOR & SAMULSKI 1998), o treinamento psicológico tem
como meta a modificação dos processos e estados psíquicos. Esse treinamento
deve ser baseado em princípios como a característica voluntária (o atleta deve
reconhecer a necessidade de se submeter a ele), a informação dos objetivos,
métodos e possíveis efeitos de sua aplicação, e utilização de métodos
cientificamente comprovados. O treinamento psicológico deve contribuir para o
desenvolvimento da personalidade, bem-estar, saúde, autodeterminação e
responsabilidade social do atleta.
O treinamento psicológico que pode
acontecer a partir de diversas formas de intervenção e métodos, aborda os
diferentes aspectos psicológicos envolvidos em um processo competitivo, como:
ansiedade, stress, medo, coesão grupal, liderança, definição de objetivos,
motivação, metas de realização, personalidade, estados de humor, entre outros.
sexta-feira, 21 de março de 2014
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